Quarta-feira, 29 de Julho de 2009

FNA - Apontamentos históricos

FNA, nomeia PRESIDENTE NACIONAL HONORÁRIO

 

 

Foi durante o Conselho Nacional de 05 e 06 de Maio de 2007, em Fátima que a FNA, através do seu Presidente Nacional, Chefe Vitor Faria, foi nomeado o ilustre "velho" Lobo José dos Santos Gama, como PRESIDENTE NACIONAL HONORÁRIO DA FNA, com a seguinte motivação:

 

 

 

"Pelo exemplo de vida, como Homem dinâmico, Cristão de fé profunda e de Escuteiro Adulto;
Pelo sentido de empenhamento e acções responsáveis no desempenho das mais diversas funções Regionais e Nacionais, ao serviço da Fraternidade de Nuno Álvares;
Pela excepcional dedicação e persistência que colocou sempre no exercício das suas atribuições, ao longo de muitos anos de acordo com o seu sentido de espírito escutista;
Pela imagem de vitalidade que sempre transmitiu junto daqueles que com ele tiveram a oportunidade de conviver e partilhar uma amizade profunda, deve ser apontado como modelo a seguir por todos os Associados da FNA.

Presidente Nacional Honorário da FNA
Associado nº. 76005
José dos Santos Gama"
publicado por fna-nucleodeesgueira às 09:57

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Terça-feira, 28 de Julho de 2009

Uma vez escuta, sempre escuta

Uma vez escuteiro...
 
 
Sempre Escuteiro! Esta frase é bem conhecida, especialmente dos  escuteiros, fora do activo.
  
Foi proferida, pela primeira vez, em 1911, num encontro de escuteiros em Leicester, Inglaterra.
 
O autor foi Lord Kitchener (1850-1916), Marechal de Campo britânico, diplomata, homem de estado e grande admirador do Escutismo.
  
Os primeiros grupos de “antigos escuteiros” começaram a usar esta famosa frase como lema, logo no ano seguinte.
 
Assim que rebentou a 1ª Guerra Mundial, Lord Kitchener foi nomeado Secretário de Guerra, cabendo-lhe a tarefa de recrutar um grande exército para combater a Alemanha.
 
Baden-Powell ofereceu-se de imediato, apesar de já estar na reserva.
 
Lord Kitchener respondeu-lhe que tinha ao seu dispor vários generais competentes, mas não encontrava nenhum outro que pudesse continuar o trabalho inestimável dos Escuteiros.

publicado por fna-nucleodeesgueira às 10:59

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Domingo, 26 de Julho de 2009

FNA, em exposição siobre S. Nuno de Santa Maria

FNA, em exposição sobre S. Nuno de Santa Maria

 

 

Tal como foi amplamente anunciado a Fraternidade de Nuno Álvares (FNA) acedeu ao convite elaborado pela Escola Prática de Infantaria (EPI)(Mafra) e vai figurar na exposição sobre S. NUNO DE SANTA MARIA a decorrer de 14AGO a 27SET09, no museu de Mafra.

Não deixes de visitar esta interessante exposição, onde entre outros assunto se pode aperceber do carinho e devoção do povo Português a S. Nuno de Santa Maria.

ALERTA PARA SERVIR

A COMISSÃO NACIONAL PARA AS COMEMORAÇÕES DA CANONIZAÇÃO DE S. NUNO DE SANTA MARIA DA FNA

publicado por fna-nucleodeesgueira às 13:50

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Sábado, 25 de Julho de 2009

Biblioteca escutista - livro " Escutismo para rapazes"

2011, ano que o livro "ESCUTISMO PARA RAPAZES", passa para o domínio público - Herança Cultural da Humanidade

 

O Escutismo para Rapazes passa para o Domínio Público em 2011, 70 anos após a morte de Lord Baden-Powell.

 

Domínio público, no Direito da Propriedade Intelectual, é o conjunto de bens culturais, de tecnologia ou de informação - livros, artigos, obras musicais, invenções e outros - cujos direitos econômicos não são de exclusividade de nenhum indivíduo ou entidade.

 

Tais bens são de livre uso de todos, passam a herança cultural da humanidade.

 

 

publicado por fna-nucleodeesgueira às 21:36

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Pandemia - Gripe "A" H1N1

Pandemia - GRIPE "A"  H1N1

 

 

 

publicado por fna-nucleodeesgueira às 17:44

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Biblioteca escutista, Livro " A Caminho do Triunfo"

Biblioteca escutista, livro " A Caminho do Triunfo"

Baden-Powell, escreveu um livro em que preparava o jovem adulto para enfrentar a sociedade e a vida.

Numa idade em que a personalidade do jovem se está a definir, muitas são as tentações que levam ao desvio ou afastamento do caminho inicialmente idealizado.

No livro “Rovering to Success”, traduzido em português para “A Caminho do Triunfo”, BP identifica 5 principais obstáculos ao triunfo de cada um:

Cavalos;

Mulheres;

Vinho;

Cucos;

Impostores;

Irreligião.

Trazendo estes nomes para realidade dos nossos dias, parecem um pouco desadequados. No entanto, se o leitor ler cada um dos capítulos com a atenção de quem retira o sentido das palavras perceberá que o caminho para a felicidade proposto por BP se mantém ainda actual e é, na verdade, bastante simples. Cabe a cada um de nós decidir se quer caminhar rumo ao triunfo, impelindo a sua própria canoa e, principalmente, ajudando os outros a impelir a sua!

publicado por fna-nucleodeesgueira às 14:37

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FNA - Como tudo começou

FNA, como tudo começou.

Depois da criação da  União dos Antigos Escutas (UAE), em 1939, pelo Corpo Nacional de Escutas, veio-se a verificar que o modelo adoptado não serviria os interesses dos escuteiros fora do activo, nem do próprio CNE.


 

Através duma reflexão interna acabaria o Corpo Nacional de Escutas de criar em 1955, como associação autónoma, a FRATERNIDADE DE NUNO ÁLVARES (Associação de Antigos Escutas).

Este seria o 1º passo que a FNA, daria do sentido da sua consolidação, através de uma reflexão, que nos dias de hoje é actual.

publicado por fna-nucleodeesgueira às 12:11

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Sábado, 18 de Julho de 2009

Curiosidades - A história da canção "Ging Gang Goolie"

A história da canção "Ging Gang Goolie"  
 

Ging Gang Goolie é uma canção conhecida e cantada em todo o mundo, que foi inventada por B.P. por ocasião do primeiro Jamboree Mundial.

 

Esta, foi inventada para que todos pudessem cantá-la, daí não ser escrita em nenhuma língua, o que a torna bastante divertida.

 

A história por trás desta canção foi criada mais tarde...
 

Numa escura e longínqua selva Africana existe uma lenda que conta a história do "Fantasma do Grande Elefante Cinzento". Todos os anos após a época das grandes chuvas, o fantasma do elefante surgia da bruma pela madrugada e vagueava pela selva. Quando chegava a uma aldeia parava, levantava a tromba e cheirava... "func"! Depois decidia se atravessava a aldeia ou se a contornava. E, se ele atravessasse a aldeia, significava que o ano ia ser mau, haveria fome, doenças e as colheitas seriam péssimas devido à seca, pestes ou quaisquer outras desgraças; mas se pelo contrário ele contorna-se a aldeia, significava que o ano seria próspero.

A aldeia de Wat-Cha tinha sido atravessada pelo fantasma durante três anos consecutivos e as coisas começavam a ficar realmente más para os habitantes. O chefe da aldeia, Ging-Gang, e o feiticeiro, Sheyla, estavam bastante preocupados, uma vez que o dia do elefante estava de novo a aproximar-se. Juntos decidiram que era preciso fazer alguma coisa para que o fantasma não voltasse a atravessar a aldeia.

Os guerreiros da aldeia, que eram homens grandes como hipopótamos rechonchudos, usavam um escudo e uma lança e decidiram que se iriam colocar no caminho do elefante para o assustarem, fazendo barulho com as suas lanças e escudos. Por sua vez, os discípulos de Sheyla iriam fazer magia para afastar o elefante agitando os seus bastões mágicos. Estes bastões tinham pendurados diversos enfeites e ao abaná-los faziam barulho... shalliwalli, shalliwalli, shalliwalli!

Finalmente o dia da visita do elefante cinzento chegou! Muito cedo, os habitantes levantaram-se e reuniram-se à porta da aldeia. De um lado estava Ging-Gang e os seus guerreiros, do outro estava Sheyla e os seus discípulos. Enquanto esperavam a chegada do fantasma, os guerreiros começaram a cantar baixinho os feitos heróicos do seu chefe... Ging gang goolie, goolie, goolie, goolie, watcha, Ging gang, goo, Ging Gang goo... Os discípulos de Sheyla não quiseram ficar para trás e começaram também a cantar... Heyla, Heyla Sheyla, Heyla sheyla Heyla ho, Heyla, Heyla sheyla, Heyla sheyla Heyla ho... e ao mesmo tempo abanavam os seus bastões... shalliwalli, shalliwalli, shalliwalli.

De repente surgiu da névoa o fantasma do grande elefante cinzento que ouvindo os cantos levantou a tromba e respondeu oompa, oompa, oompa... À medida que o elefante se aproximava, os guerreiros começaram a cantar mais alto e a fazer barulho com as suas lanças a bater nos escudos... Ging gang goolie, goolie, goolie, goolie, watcha, Ging gang, goo, Ging Gang goo... Os discípulos de Sheyla levantaram-se e começaram a sua magia... Heyla, Heyla sheyla, Heyla sheyla Heyla ho, Heyla, Heyla sheyla, Heyla sheyla Heyla ho... e ao mesmo tempo abanavam os seus bastões... shalliwalli, shalliwalli, shalliwalli.

Impressionado com tanto barulho o elefante começou a dar a volta a aldeia continuando a berrar... oompa, oompa, oompa...
Houve grande alegria entre os habitantes e todos juntos começaram a cantar... Ging gang, goolie...
 

 

Autoria do texto: Dorothy Untershutz, dirigente na cidade de Edmonton, Alberta, no Canadá. Publicado na revista "Leader" com o título "The Great Grey Ghost Elephant", edição de Junho/Julho 1991, página 7.
Ilustrações retiradas da edição de Janeiro 2000 da revista inglesa "Scouting Magazine", num artigo sobre esta mesma história.

publicado por fna-nucleodeesgueira às 22:47

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FNA - orienta atelier de estampagem de "T-Shirt(s)"

FNA - Núcleo de Esgueira, orienta atelier de estampagem de "T-Shirt(s)"

 

 

Uma vez mais a pedido do Agrupamento do CNE de ROCAS DO VOUGA a FNA - Núcleo de Esgueira orientou um atelier de estampagem de "T-Shirt(s)" com Xilol.


Depois da explicação da técnicas e do cuidado no manuseamento do produto, altamente toxico, cada pioneiro do Agrupamento do CNE de Rocas de Vouga, estampou a sua "T-Shirt",  o contentamento pelo final do seu trabalho, estava expresso nos seus rostos.


 

Já se ouvia até projectos para o futuro, utilizando a técnica agora aprendida.

 

publicado por fna-nucleodeesgueira às 13:08

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FNA - Escuteiros ilustres

FRANCISCO PESSOA DE SOUSA DIAS

 

 

(Foto gentilmente cedidada pelo "velho" Lobo Manuel Luna)

 

Nasceu este irmão Escuta em 5 de Maio de 1923 (mes e ano do nascimento do CNE).

Economista de formação, iniciou o seu longo percurso escutista em Janeiro de 1935, como explorador.

Passou pelos Agrupamentos de Benfica e mais tarde no de São João de Deus, ambos em Lisboa.

Como dirigente passou pela Junta Regional de Lisboa, Junta Central e na Mesa dos Conselhos Nacionais, local onde recebeu a rara distinção de ser denominado Secretário Internacional Honorário.
 
Foi no entanto primeiro como Adjunto do Secretário Internacional (então Comissário Internacional Victor Lima Santos) e depois como titualar deste cargo. em que mais de destacou, que o levou a fazer parte do Comité Europeu da Conferência Internacional Católico do Escutismo.
 
Fez parte da Comissão Executiva, eleita no Conselho Nacional de 7 de Julho de 1974; e em 1975  foi eleito na lista do Chefe Velez, como Secretário Nacional, amizade essa que os levaram a caminharem juntos até 1984 e posteriormente com o Chefe Victor Faria.
 
Foi reconhecido como investigador da história do CNE. Em 1951 foi Administrador da Flor-de-Lis.
 
 
Participou em muitos acontecimentos internacionais, dos quais num pequeno apontamento a lápis, encontrado no seu "Jamboree Diary" que se realizou de 3 a 13 de Agosto de 1951, em Badischi-St. Wolfgane, Austria, revela bem o seu carácter escutista «Lamento os amigos por não estarem aqui; falaram os
representantes dos contigentes; cantou-se o hino do Jamboree de pé».
 
Da sua maneira de ser notava-se sempre o seu grande amor ao Escutismo, ficando triste quando as coisas não avançavam ou não eram realizadas, porém, sempre sem rancores nem ódios, o que o levou a  possuir diversas distinções escutistas.
 
Em 1999 acompanhou de novo o Velez, aderiram à Faternidade de Nuno Álvares, eleito como Secretário Nacional.
 
Do do seu trabalho destaca-se o esforço da legalização da FNA, responsalibizar-se pelas notícias da Associação e levá-las até às páginas de Flor-de-Lis, e muitas outras tarefas.
 
Faleceu o nosso "Chico" como era carinhosamente tratado pelos (muitos) amigos, no dia 6 de Novembro de 2000, vítima de morte súbita, (quando o Escutismo Católico Português celebrava o dia de S. Nuno, seu
Patrono).
publicado por fna-nucleodeesgueira às 11:59

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Sexta-feira, 17 de Julho de 2009

"COMPASSO", Órgão oficial da Fraternidade de Nuno Álvares

"COMPASSO", Órgão oficial da Fraternidade de Nuno Álvares


 

Já se encontra em distribuição o Jornal "COMPASSO", ano IV - N.º 09, referente a Julho de 2009.

publicado por fna-nucleodeesgueira às 22:58

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FNA - Escuteiros ilustres

Vitor Manuel de Oliveira Faria

 
 
Nasceu em Lisboa, 12 de Fevereiro de 1947
 
Entrada para o Agrupamento LV – Amadora – Região de Lisboa, no inicio de 1960.
 
Em explorador: Sub-guia e Guia de Patrulha
Participa no Acanac de Teixoso/Covilhã, em 1964
 
Em Caminheiro não faz vida de Clã, trabalha em comissão de serviço com a Chefia do Grupo.
 
É convidado a integrar a Patrulha de Estudo Lobo(constituída por dirigentes), que na região de Lisboa, devolveu importante acção na organização de actividades, com por exemplo os “Jogos da Primavera” que integrava as corridas do “carros de madeira”.  
 
Era então Guia da Patrulha de Estudo Lobo, o Francisco Maia (Xico do DMF) e onde se destacavam figuras como o António Duarte de Almeida.
 
Em 1966, é um dos poucos caminheiros, que a convite, participa no I Encontro Nacional de Dirigentes.
 
É eleito delegado regional de Lisboa, para a II Secção (Exploradores), lugar que partilha com o António Francisco (Toxi).
 
No final de 1967 aceita a Chefia do Serviço de Comunicação e Imprensa do 13º. Acanac – Portalegre, faz o trabalho de preparação, mas não participa no evento, porque foi incorporado no serviço militar.
 
No Agrupamento, ocupa diversos cargos, onde se destacam os de Secretário e Chefe de Agrupamento.
Volta a ser chamado pelos dirigentes nacionais, para se ocupar da promoção e divulgação do Acampamento das Bodas de Ouro do CNE – Marrazes-Leiria 1973, na Flor de Lis garante mensalmente informações sobre o evento, com o pseudomino de o “Bisbilhoteiro” que já tinha utilizado em Portalegre, e já no terreno, forma uma equipa de trabalho extraordinária que edita diariamente o jornal de campo “O Jubilar”.
 
Em Junho de 1974, integra a Comissão Executiva do CNE, nomeada pelo Conselho Nacional, na sequência da demissão da Junta Central. Nesta equipa partilha com Velez da Costa as preocupações financeiras dos Serviços Centrais.
 
Cumprida a missão da CEN, o CNE vai para eleições, pela primeira vez na sua história, Velez da Costa é um dos candidatos a Chefe Nacional e convida-o para continuar o trabalho que vinha desenvolvendo na área financeira.
 
Em 1975 lança o “Calendário do CNE”, uma campanha não só financeira, mas de grande importância na divulgação do Escutismo.
Começa então a batalha da “auto-suficiência financeira do CNE” e do equilíbrio orçamental.
A campanha de “Cada Agrupamento uma Sede Própria” também conhece o seu inicio, que vem a culminar, alguns anos depois na compra da Sede Nacional, na Rua D. Luis I.
Faz sete anos de trabalho como Secretário Nacional Financeiro e um como Pedagógico.
 
Em 1978 participa na Chefia do 15º. Acanac – Ílhavo/Aveiro.
Em 1983 participa na Chefia do 16º. Acanac – Sesimbra/Setúbal
 
No inicio de 1984, com uma equipa competente e determinada, é eleito Chefe Nacional.
Em 1986 realiza-se o 1º Congresso do Escutismo Católico Português - “Que Escutismo para o ano 2000?”, com a participação de dirigentes de todo o pais, que encheram num fim de semana a Aula Magna – Lisboa (passavam de 700 os participantes).
 
Em 1987 foi o Chefe do 17º. Acanac – Bagunte/Vila do Conde
 
Liderou pessoalmente as negociações para a cedência ao CNE do local onde está instalado o Centro Nacional de Formação Ambiental, em S. Jacinto, inaugurado em 1988.
Liderou pessoalmente as negociações da compra e pagamento da Sede Nacional que foi inaugurado em 1989, na cidade de Lisboa.
 
Em 1992, participa no 18º. Acanac – Palheirão e agradece ao então Primeiro Ministro, Prof. Cavaco Silva, a “Ordem do Mérito”, concedida pelo Estado Português ao CNE. Louvando “os nossos Dirigentes que ao longo destes 76 anos têm vindo a dar o melhor de si em prol da melhor causa que conhecemos: a Juventude Portuguesa”.
Em 1995 volta a ser Director da Flor de Lis, cargo que já tinha ocupado nos anos 70.
Em 1997 é eleito Presidente da Mesa do Conselhos Nacionais, cargo que serve até 2003.
Em 1997 participa no 19º. Acanac – Valado de Frades, na equipa do Protocolo.
Em 2002 participa no 20º. Acanac – Santa Margarida, Chefia o Protocolo e a Comunicação.
Em 2003 retira-se para a FNA – Fraternidade de Nuno Álvares, associação que presidiu até Maio de 2009, com um pensamento, juntar todos os “antigos” para Servir o CNE e as comunidades onde estão inseridos.
Com a sua chegada à FNA esta é admitida na Fellowship liderando as negociações, ultrapassando as dificuldades que um mal entendido tinha impedido até então a sua admissão.
 
Orgulha-se, por ter implementado pessoalmente, três projectos, que ainda hoje são decisivos na vida associativa:
 
- “O Calendário do CNE”, e a sua estrutura de distribuição das receitas por todos os níveis do CNE.
- O Centro Nacional de Formação Ambiental de S. Jacinto;
- A compra da Sede Nacional do CNE:
 
Mas o Escutismo é trabalho de Equipa, um homem só nada faz, pelo que recorda os Chefes generosos, que consigo se empenharam nos diversos projectos, que foram de importância decisiva na caminhada do CNE.
 
Ficou com um projecto adiado, a “Fundação CNE”, que implementada nos anos 90, hoje seria também um meio importante para a vida associativa..
 
 Por inerência ou representação do CNE:
- Presidente da Federação Escutista de Portugal (6 anos alternados)
- Conselheiro Municipal em Lisboa
- Membro do Conselho Nacional da Juventude
- Membro do Conselho Consultivo da Juventude (órgão de consulta do ministro da tutela).
- Vice-Presidente do Movimento Tabaco ou Saúde
- Membro do Conselho de Prevenção do Tabagismo (órgão nomeado pelo Governo)
- Vice-Presidente do Comité Português da Fellowship
- Presidente do Comité Português da Fellowship (cinco meses).
 
Possui diversos louvores e distinções, onde se destacam:
 
Cruz de Mérito – CNE
Colar de Nuno Álvares – CNE
 
É portador da Ordem do Mérito – Grau de Oficial – Estado Português (Alvará de 13 Novembro de 1995, Diário da Republica nº. 90, 2ª. Série, de 16/4/96.
 
Hoje, encontra-se filiado na FNA - Núcleo Baixa - Chiado
publicado por fna-nucleodeesgueira às 17:51

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Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

FNA - Escuteiros ilustres

Manuel António Velez da Costa

 

 

(Chefe Velez da Costa, à direita, a ser cumprimentado pelo Chefe Lidington, à esquerda, e Chefe Vitor Faria ao cento)

 

Manuel Velez, nasceu no dia 19 de Junho de 1939, em Lisboa, onde fez a sua instrução primária , frequentando de seguida a Escola Comercial Veiga Beirão.
 
Em 1952 entrou para o CNE, onde foi Sub-Guia, Guia de Patrulha e mais tarde Guia dos Guias, chegando a Cavaleiro da Pátria. No seu Agrupamento foi Caminheiro e Chefe de Equipa do Clã 4.
 
Depois, noralmente, foi Instrutor, Chefe de Grupo, Chefe Adjunto de Agrupamento, Delegado Regional da II Secção, Chefe Regional Adjunto e mais tarde Chefe Regional de Lisboa.
 
A sua acção foi interrompida em 1961, com a sua partida para a guerra colonial, em Angola.
 
Em 1974, com a saída de D. José de Lencastre, integrou a Comissão Nacional, criada no Conselho Nacional de 7 de Julho de 1974 e mais tarde dissolvida. Assim, encabeçou a lista para a Junta Central que foi eleita pela primeira vez por votação em sufrágio universal, pelos Dirigentes do CNE, para o mandato de 1975 a 1979.
Em 1980 foi de novo reeleito, terminando o seu mandato em 1984.
 
Dos seus trabalhos e das suas equipas destacaram-se:: os novos Estatutos e Regulamento Geral, a criação da Federação Escutista,Portuguesa, a Direcção da Flor-de-Lis, a realização de Cimeiras Ibéricas, a co-educação, a compra da Sede Nacional, em Lisboa, a revisão do uniforme, etc.
 
Perdeu as eleições seguintes a favor do Victor Faria, e com a humildade que marcou o seu carácter, foi fundar, primeiro um Agrupamento do Beato e depois o Agrupamento do Sacramento.
 
Posteriormente ingressou na FNA, onde foi eleito Presidente da Direcção Nacional, no Conselho Nacional  reunido em Fátima, nos dias 10 e 11 de Abril de 1999, onde permaneceu em funções até à tarde do dia 11 de Setembro de 2001, data em que ocorreu a sua morte súbita.
 
Quando da realização do IV Acampamento Nacional da FNA, em 2003, que decorreu em Mangualde, o Chefe Velez da Costa  foi homenageado, a título póstumo, mais uma vez, tendo a sua viúva recebido das mãos de D. Manuel Clemente mais uma condecoração.
publicado por fna-nucleodeesgueira às 17:19

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FNA - Escuteiros ilustres

Engº Narciso Teofilo Pires Elias

 

 

(foto gentilmene cedida pelo "velho" Lobo J. Abrantes Silva)

 

1º Presidente da Direcção Nacional da FNA.

 

Eleito em 1978, durante o I Acampamento Nacional (ACANAC) da FNA, realizado em Ílhavo.


Este nosso irmão, casado,  foi engenheiro de profissão durante muitos anos, exercendo funções nos Laboratórios de Engenharia Civil, em Lisboa.

Da sua folha de serviço indica-nos o seu longo trabalho como responsável da Redacção da Flor de Lis, como vogal da Junta Central do CNE, possuindo a Insígnia de Madeira, tirada em Freião, Braga.

Com a demissão da Junta Central em 1974, foi o primeiro responsável de "Equipa de Arranque", que juntamente com outros ex dirigentes do CNE da Região de Lisboa, foram  os principais obreiros dos primeiros Estatutos da FNA,  discutidos e aprovados no 1º. Acanac da FNA, em Ilhavo - Aveiro - em 1978, onde foi eleito para Presidente da Direcção Nacional.

Na FNA desempenhou as mais diversas tarefas, passando pela Direcção Regional de Lisboa, como Vice Presidente da Direcção Nacional, acompanhando o Manuel Velez Costa, terminando as suas funções como Presidente da Comissão Eleitoral Nacional, que terminou funções em 2003.

Admitido na FNA em 6 de Novembro de 1976, faleceu em 2005.

 

 

 

publicado por fna-nucleodeesgueira às 11:19

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Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

2009 - ANO INTERNACIONAL DA ASTRONOMIA

Noite das estrelas

 

 

Trata-se de um iniciativa em que se propõe aos municípios desligarem as luzes de iluminação pública por um período curto (da ordem de 1 hora).

 

A ideia é convidar as pessoas para a rua e verem por elas próprias o resultado da ausência de poluição luminosa.

 

Fala-se em poluição luminosa quando nos referimos à iluminação mal direccionada, isto é quando a iluminação é dirigida para cima, ou para os lados, em vez de iluminar somente as áreas pretendidas. Esta forma de poluição resulta, na sua maioria esmagadora, de candeeiros e projectores que, por concepção inadequada ou instalação incorrecta, emitem luz muito para além do seu alvo ou zona de influência, sem qualquer efeito útil. A luz emitida para cima e para os lados reflecte-se e difunde-se nas poeiras e fumos em suspensão no ar, tornando o céu nocturno mais claro. A poluição luminosa é o resultado do mau planeamento dos sistemas de iluminação, não da necessidade de iluminação. Se cada candeeiro ou projector reflectir para baixo a luz que iria para cima (e para os lados), melhora-se a iluminação na área que interessa iluminar.

Esta iniciativa que contará com sessões públicas de observação, palestras, divulgação de um folheto, tem como objectivo chamar a atenção para o problema da poluição luminosa.

 

Esta iniciativa integra-se no projecto chave (cornerstone project) “Dark Skies Awareness”.

Ver mais informações em www.astronomia2009.org

 

publicado por fna-nucleodeesgueira às 12:56

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VI Acampamento Nacional (ACANAC)

VI Acampamento Nacional (ACANAC)

 

Estamos no dia D - 14.

 

 

Já tens a mochila preparada ?

 

publicado por fna-nucleodeesgueira às 11:35

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Domingo, 12 de Julho de 2009

FNA/RAv, nas comemorações de Nosssa Senhora do Carmo

FNA/RAv, nas comemorações de Nosssa Senhora do Carmo


 

Integrado nas comemorações das festividades de Nossa Senhora do Carmo e a convite da comunidade sacerdotal da Ordem dos Padres Carmelitas Descalços, de Aveiro, a FNA/RAv, fez-se representar com uma delegação, visto ter a sua sede sediada do Convento do Carmo, em Aveiro.


À frente do andor do nosso Padroeiro S. Nuno de Santa Maria Álvares Pereira e em procissão precorreram algumas ruas da cidade.


Após a procissão realizou-se a Eucaristia Evocativa de Nosssa Senhora do Carmo.

publicado por fna-nucleodeesgueira às 10:40

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Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Vexilologia da Bandeira da FNA - Núcleo de Esgueira

VEXILOLOGIA, da Bandeira da FNA - Núcleo de Esgueira
 
 
Composição:
 

§         Campo de fundo verde, sobre a qual assenta a insígnia associativa. Ao centro e sobre a insígnia associativa, encontra-se a inscrição "FRATERNIDADE DE NUNO ÁLVARES", em preto debruado a preto.

 

 

 
Explicação da Bandeira:
 

§         Campo verde. O verde simboliza, até na história do escutismo (a bandeira do 1º Acampamento em Brownsea), e também porque representa a Natureza a nossa mestra dos princípios do escutismo. Representa também uma nova esperança para o mundo e para as nações.

§         De cor verde também era a bandeira içada na gloriosa Batalha de Aljubarrota, evocando assim a figura admirável do nosso padroeiro, que foi o Capitão e Santo Condestável D. Nuno Álvares Pereira;

§          No batente inferior a indicação do núcleo que a bandeira representa "NÚCLEO DE ESGUEIRA", disposto em três linhas de fundo e debruado a preto;

§         Cruz de Cristo, representa toda a nossa fé cristã e é o símbolo nacional, pois lembra-nos toda a nossa história ao serviço de Deus, levando navegadores e missionários em caravelas onde esta cruz estava representada nas enormes velas;

§         Listel amarelo, relembra-nos, através da forma um sorriso, que transmite um optimismo que nasce na nossa paz da consciência e na pureza da alma, sempre dedicadas ao Bem;

§         Flor de Lis, este símbolo é dedicado às delicadezas da Virtude, nomeadamente a Pureza, a Honra e a Lealdade. A fragilidade da Lis avisa-nos de que a Virtude também é , tal como a Flor de Lis, algo muito frágil e por isso devemos ter cuidados preciosos, que facilmente pode partir-se mas também deve-se sempre renovar;

§         Fraternidade de Nuno Álvares; nome da Associação Portuguesa de Escutismo Católico que a bandeira representa;

 

publicado por fna-nucleodeesgueira às 19:50

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FNA, como tudo começou

FNA, como tudo começou

 

Podiamos começar da seguinte forma:

" Era uma vez no ano de 1939, ......

 

 

(O.S. n.º 44, de 16.02.1939)

... "

 

E assim começou esta bela página do escutismo, em Portugal, que até hoje ainda está por contar.

publicado por fna-nucleodeesgueira às 19:06

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FNA - Escuteiros ilustres

“Trabalhar como se fosse eterno e viver como se fosse o último dia”

Dom José Paulo da Silveira de Queirós e Lencastre nasceu na Casa da Torre em Paços de Ferreira, em 16 de Setembro de 1920, no seio de uma família de grandes tradições religiosas e nobiliárquicas.

Cursou o liceu de Sá de Miranda, em Braga, e partilhou a sua vida de estudante universitário entre Coimbra, de forma mais permanente, e o Porto, onde concluiu a formatura em Engenharia Electrotécnica. Era de Coimbra que guardava as principais recordações de estudante, onde viveu intensamente a vida da academia coimbrã da sua época. Foi fundador da Real República do Rás-te-parta, que persiste até hoje como uma das mais nomeadas repúblicas de estudantes de Coimbra.

Iniciou a sua actividade profissional nos quadros técnicos da Câmara de Lisboa, tendo mais tarde transitado para a Direcção Geral dos Serviços Eléctricos, hoje Direcção-Geral de Energia. Em 1962 foi viver para o Porto, onde continuou a sua carreira, que concluiu como Director Regional do Norte da Direcção-Geral de Energia.

Desde jovem estudante em Braga, passando por Coimbra, Lisboa e Porto, a sua vida foi permanentemente marcada por um empenho religioso, político e social. “O homem é um ser essencialmente religioso e político”, dizia muitas vezes. De entre as múltiplas causas que abraçou e serviu encontram-se entre as mais marcantes o Escutismo Católico, o movimento monárquico e as obras de carácter cívico-cultural.

Como escuteiro apoiou desde muito cedo o seu pai, Dom José de Lencastre, na chefia nacional do CNE, como Chefe Nacional Adjunto.
As suas convicções políticas foram dominantemente norteadas por um profundo sentimento monárquico.

Esteve desde sempre ligado ao movimento monárquico português, quer antes, quer depois da revolução de 25 de Abril de 1974; foi um dos fundadores do Partido Popular Monárquico (PPM). Nunca desligou o empenhamento político do serviço a Casa Real Portuguesa. É nesta condição que acompanha de muito perto o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, por quem é agraciado com o grau de Comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa. Esta é a única ordem portuguesa que se manteve sob tutela da Casa Real, após a implantação da república. Na área das convicções políticas é também de salientar a sua qualidade de Juiz da Casa dos Vinte e Quatro, que é o símbolo histórico da intervenção das antigas corporações de artífices nas cortes e perante o poder régio.

Cavaleiro da Honra e Devoção da Soberana Ordem de Malta, sempre apresentou esta ordem como exemplo de que a Nobreza deve ser, mais do que uma honraria, um espírito de servir. O seu empenho social levou-o às Conferências de S. Vicente de Paulo e ao dedicado acompanhamento dos mais carenciados. Semanalmente e ao longo dos anos visitava os pobres que tinha a seu cargo, criando com alguns deles laços de muita amizade. No Porto, onde viveu a maior parte da sua vida, era um preocupado defensor da história e da cultura da cidade. Uma das suas recentes dedicações foi a Ordem de Nossa Senhora do Carmo, de que era Mesário, e onde se empenhou intensamente na recuperação e preservação do valioso património artístico e cultural da instituição.

Homem votado a causas nobres, a elas se entregava com enorme entusiasmo e idealismo. Tinha como lema que a cada passo repetia: “trabalhar como se fosse eterno e viver como se fosse o último dia”.

D. Paulo de Lencastre, para além de ter sido durante muitos anos Chefe Nacional Adjunto do CNE, em apoio constante a seu pai, o também saudoso Chefe Nacional, D. José de Lencastre, desempenhou funções de grande importância na vida do CNE. O Chefe D. Paulo era portador do “Colar de Nuno Álvares”, a mais alta condecoração do CNE.

Em 1978 após o I ACANAC da FNA, realizado na Colónia Agrícola, Ílhavo, deram-se as 1ªs eleições da FNA, tendo D. Paulo de Lescastre sido eleito como Presidente da Mesa do Conselho Nacional.

in Flor de Lis, nº 1044, Fevereiro 1997
publicado por fna-nucleodeesgueira às 17:59

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